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Em entrevista ao Jornal Jovem Pan, o coronel da reserva, Paulo Filho, analisa o impacto geopolítico da morte do líder supremo Ali Khamenei, confirmada pelo presidente Donald Trump (Republicano).
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NotíciasTranscrição
00:00Bem, a gente segue nessa cobertura especial, trazendo as informações de momento, as análises importantes
00:06e também projetando como será essa madrugada no Oriente Médio.
00:11Vamos receber mais um convidado especial, vamos tratar dos vários aspectos, as muitas facetas desse conflito.
00:17Recebo agora o coronel da reserva e analista de geopolítica, Paulo Filho, que agradeço demais pela participação.
00:24Coronel, seja bem-vindo mais uma vez aqui na programação da Jovem Pan.
00:29Boa noite, Daniel. Boa noite, professor. Boa noite a todos que nos escutam.
00:33Coronel, eu queria pedir nessa análise, essa reflexão inicial, os aspectos que mais me chamaram a atenção
00:39dos ataques norte-americanos às infraestruturas, às cidades iranianas e, claro, a confirmação agora da morte de Ali Khamenei.
00:50Enfim, quais detalhes desse conflito precisam ser trazidos aqui nessa discussão? Bem-vindo.
00:58Daniel, é importante que a gente sempre lembre que todo conflito armado, toda operação militar,
01:03ela ocorre a partir da definição de objetivos políticos por parte dos governantes.
01:09Então, claramente, o objetivo político definido pelo presidente Trump, definido pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu,
01:16é a mudança de regime no Irã.
01:19Isso fica bastante claro nessa conclamação que o presidente Trump faz aí por meio da sua rede social,
01:25ao anunciar a morte do líder supremo Ali Khamenei,
01:30ele conclama a guarda revolucionária, policiais, forças armadas,
01:35a entregarem as armas, a aderirem aos movimentos que tentam fazer essa mudança de governo no Irã.
01:45Mas o simples fato do Ali Khamenei estar morto, e provavelmente ele está morto,
01:51porque caso ele não esteja, será uma enorme desmoralização para o presidente Trump.
01:57Eu não acredito que ele faria esse anúncio na sua rede social, se ele não tivesse a absoluta certeza desse
02:02fato.
02:03Essa morte do líder supremo não significa necessariamente uma mudança de regime.
02:10Pois bem, como o estamento político determinou a mudança de regime,
02:16isso só acontece se o Ali Khamenei não estiver mais no poder.
02:20Então, a partir dessa definição, os militares planejaram a sua operação militar
02:24e incluíram, dentre os alvos, como centro de gravidade,
02:29ou seja, aquele ponto no organismo do estado inimigo,
02:32que caso seja retirado, caso seja destruído, vai afetar profundamente o estado inimigo,
02:38o líder supremo Ali Khamenei.
02:40Certamente houve uma ampla operação de inteligência,
02:43com pessoas, com fontes humanas, com espiões infiltrados no Irã,
02:49infiltrados provavelmente dentro do próprio organismo governamental iraniano,
02:55uma extensa capacidade de inteligência de sinais, inteligência de imagem,
03:01para acompanhar os passos do líder supremo, do seu entorno imediato,
03:06e fazer esse ataque que aparentemente foi bastante exitoso.
03:10Tendo morrido o Ali Khamenei, quem vai assumir o governo?
03:15Provavelmente alguém da Guarda Revolucionária iraniana.
03:20Rapidamente, certamente, algum líder da Guarda Revolucionária
03:25deve estar tentando assumir o governo.
03:28Então, eu não acho que seja imediato,
03:30acho muito complexo acreditar que imediatamente todo mundo vai se render
03:35e vai haver uma mudança de regime de maneira mais ou menos tranquila.
03:40Eu não acredito que isso vai acontecer.
03:42Acho que o regime iraniano deve continuar o enfrentamento
03:47na medida de suas capacidades.
03:49Nós vimos de forma inédita um contra-ataque iraniano
03:53muito importante, atacando praticamente todos os estados do Golfo,
03:59com exceção, acho que só do Jomã.
04:01Então, uma coisa que nunca aconteceu,
04:04mostrando, sim, uma capacidade militar, uma resiliência.
04:08E vamos ver se eles têm essa capacidade militar,
04:10mesmo depois desses ataques de hoje
04:12e dos ataques que continuam por parte dos Estados Unidos e de Israel,
04:17capacidade militar de sustentar essa reação.
04:20Em sustentando essa reação, vamos ver se eles vão conseguir
04:23infligir alguma baixa importante aos Estados Unidos.
04:27E aí, caso isso aconteça, aí o presidente Trump terá que ser...
04:32Será a vez do presidente Trump mexer as peças desse jogo de xadrez
04:37e decidir se ele vai se engajar ainda mais no combate
04:40ou se ele vai manter somente essa estratégia de ataques com mísseis,
04:45ataques com drones, que é uma estratégia mais segura
04:49para o governo americano, que ela limita bastante
04:52às suas próprias baixas militares.
04:55Ela atende a promessa que ele fez ao seu grupo de apoio político
04:59de não envolver os Estados Unidos em novas guerras,
05:03não colocar soldados no terreno.
05:06Mas, por outro lado, essa estratégia, embora seja mais segura,
05:10ela não garante justamente o objetivo que ele quer alcançar,
05:13que é a mudança do regime.
05:15Então, nós estamos num momento ainda muito indefinido, né?
05:19E vamos ter que aguardar os acontecimentos
05:21nas próximas horas, nos próximos dias.
05:24Sem afastar também a possibilidade de que,
05:27em se confirmando a morte do líder supremo,
05:30de haver uma jihad.
05:31De que os seguidores...
05:33Vamos lembrar que o Ali Khamenei não era só o líder máximo do Irã.
05:38Ele era o líder máximo desse estamento,
05:41dessa afiliação do islamismo xiita, né?
05:44Então, ele tem seguidores em vários pontos da região
05:47e em várias partes do mundo.
05:49Então, é possível, sim, que a gente possa vir assistir
05:51um recrudescimento de ações terroristas,
05:54não só na região, mas em todo o mundo.
05:56A situação é bastante complexa
05:59e vamos ter que acompanhar muito atentamente
06:01os próximos acontecimentos.
06:03Pois é, o coronel continuará com a gente.
06:05Vamos trazer várias informações.
06:07Inclusive, eu quero chamar o Diego Tavares.
06:09O Diego, comentarista aqui da Jovem Pan,
06:11participa de muitos programas e telejornais.
06:13Diego, seja bem-vindo.
06:15Ótima noite a você.
06:16Também quero pedir, nessa sua análise inicial,
06:19seus apontamentos a partir da divulgação da morte de Ali Khamenei.
06:23Inclusive, teve a postagem de Donald Trump
06:26e teve a repostagem do Departamento de Estado norte-americano.
06:31Mas, Diego, seja bem-vindo.
06:32Ótima noite a você.
06:34A morte de Ali Khamenei, o que representa essa perda,
06:37pode, podemos observar como um início de processo de transição.
06:42Alguns entendem como a possibilidade do fim do regime,
06:46o início desse processo.
06:47Bem-vindo.
06:48Obrigado, Caniato.
06:50Nós estamos vivendo a história em tempo real.
06:52Boa noite a você.
06:53Boa noite ao coronel Paulo, ao professor Niemar,
06:56e principalmente a toda a nossa audiência aqui do jornal Jovem Pan.
07:00Tem duas análises que eu acho que são algumas das principais nesse assunto, Daniel.
07:06A primeira delas é a finalidade.
07:08O resultado, os primeiros resultados, ao menos,
07:11que nós estamos tendo a partir deste ataque americano e israelense ao Irã.
07:16O mundo torna-se um lugar melhor com o enfraquecimento do regime dos Ayatollahs
07:20e com a morte de Ali Khamenei.
07:22É impossível pensar o contrário.
07:24São protagonistas de um regime autoritário,
07:27um regime que oprime mulheres, oprime minorias e persegue dissidentes.
07:32Então, hoje é um dia no qual o mundo se torna um pouco melhor.
07:36Só que eu acho que vai ocorrer uma certa frustração generalizada,
07:40principalmente em razão do que o coronel Paulo e o professor Niemar
07:44também disseram aqui a respeito da troca do regime.
07:46E isso ficou provado com a história recente,
07:49a exemplo da incursão norte-americana na Venezuela.
07:52Os americanos dialogarão inicialmente com as principais estruturas
07:56que já se encontram consolidadas no país atacado.
07:59No caso da Venezuela, era o chavismo.
08:01O chavismo estava mais preparado, estruturado,
08:04para receber um acordo, para começar as primeiras conversas com os norte-americanos.
08:09E no Irã, no caso do Irã,
08:11a principal estrutura que está organizada
08:14para começar a operar de acordo com os interesses norte-americanos do país
08:18é, de fato, a guarda revolucionária.
08:20Então, as chances de uma deposição do regime nesse momento,
08:24eu também acredito que são poucas,
08:25a despeito de que o simples enfraquecimento deste regime,
08:28como eu disse, já se apresenta como uma vantagem ao mundo,
08:32principalmente ao Oriente Médio.
08:34Eu acho que toda essa celeuma,
08:36essa crença das pessoas,
08:37se dá por uma fantasia de que os Estados Unidos agem
08:42nessas impulsões como se fossem heróis do mundo.
08:44Acho que enxergam o Capitão América
08:46entrando em um país para destruir os inimigos, os homens maus.
08:50E a gente sabe que não é nada disso.
08:51Os Estados Unidos se movem pelos interesses norte-americanos e nada mais.
08:56Isso que Trump faz,
08:58essa reedição da doutrina moral visa
09:00tão somente os interesses do próprio Donald Trump,
09:03do próprio povo norte-americano.
09:05Então, certamente, a desmilitarização do Irã,
09:10o encerramento do programa nuclear iraniano,
09:12tudo isso são interesses que se encontravam na mesa de Donald Trump,
09:16são interesses que afrontavam os interesses norte-americanos
09:20e, por isso, Trump tomou essa atitude nesse saldo.
09:22Como eu disse, é um dia histórico,
09:24um dia que, no futuro, certamente estará redigido
09:27em todos os livros de história pelo mundo.
09:30Pois é, quero, inclusive, destacar para a nossa audiência,
09:32porque eu falava há pouco sobre a reunião do Conselho de Segurança
09:36e a nossa produção acompanhando as principais falas,
09:40as principais manifestações,
09:41inclusive transcreveram aqui
09:44a fala do representante dos Estados Unidos,
09:47o Michael Walts,
09:49embaixador dos Estados Unidos na ONU.
09:51Enfim, alguns highlights aqui, algumas informações.
09:54Presidente Trump agiu no momento certo.
09:56Essa operação tem como objetivo
09:58desarmar, assegurar que o regime do Irã
10:00nunca tenha uma arma nuclear.
10:02Nenhuma ação pode ignorar ameaças.
10:05O Irã coloca em perigo a região.
10:06O Irã não pode ter uma arma nuclear.
10:08Os Estados Unidos estão tomando ações de acordo com a lei.
10:12O Irã é uma ameaça à paz internacional.
10:15A diplomacia não pode ter sucesso
10:17quando há um parceiro genuíno,
10:21quando não há um parceiro genuíno para a paz.
10:23Trump falou diretamente para o povo do Irã.
10:25Todo mundo viu o massacre de civis.
10:27O Conselho sofre com a falta de clareza.
10:30Os Estados Unidos a mantêm.
10:32Aqueles que nos apoiam
10:34devem saber que a segurança deles
10:36não é negociável.
10:38A paz é preservada com a força.
10:41O presidente Trump tomou uma ação decisiva
10:43necessária hoje.
10:45Professor Niemeyer,
10:46suas considerações em relação a mais uma reunião
10:49do Conselho de Segurança da ONU,
10:52naturalmente convocada às pressas
10:54após os ataques realizados na madrugada.
10:59Daniel, a gente várias vezes já conversou
11:01sobre o Conselho de Segurança das Nações Unidas
11:03aqui na Jovem Pan,
11:05com você e com o assinante,
11:06com outros comentaristas.
11:08Nós sabemos que é uma estrutura muito ineficiente,
11:11porque você tem as potências centrais,
11:14os cinco países centrais do Conselho,
11:17França, Reino Unido, Estados Unidos,
11:19China e Rússia têm poder de veto.
11:22E geralmente China e Rússia
11:24trabalham juntos nesse poder de veto.
11:26Eles se posicionaram agora
11:28contra a ação norte-americana
11:30e é claro que Estados Unidos, Reino Unido,
11:33eu não sei como se pronunciou
11:35o representante da chancelaria francesa,
11:37mas geralmente Reino Unido e Estados Unidos
11:40também vetam qualquer moção
11:42do lado urso e cínico.
11:44Então é importante que a gente comece a pensar também,
11:49vai demorar muito para acontecer,
11:51mas que o Conselho de Segurança seja repensado.
11:54você tem uma abertura para novos membros,
11:58uma extensão do Conselho,
12:00novos membros permanentes,
12:02e que você, na minha visão,
12:03seria importante retirar,
12:05muitos acham isso,
12:06retirar o poder de veto.
12:07E você ter, por exemplo,
12:0911 membros e aprovar,
12:11por maioria simples,
12:13as moções que são colocadas,
12:14os projetos colocados,
12:15geralmente,
12:16com relação à agenda de segurança internacional.
12:18Há vagas para serem preenchidas,
12:21isso é claro e certo.
12:23A Alemanha poderia fazer parte
12:24do conceito de segurança,
12:26é um país fundamental
12:27para as relações econômicas,
12:29e mesmo um grande agente
12:31do ponto de vista estratégico militar,
12:33uma indústria muito forte,
12:35inclusive.
12:36O Japão poderia participar,
12:38mas aí é muito difícil,
12:39a China não permitiria,
12:40mas estou falando que seria o ideal.
12:42O Brasil participaria,
12:44por mais que o México e a Argentina
12:45também pleitem essa vaga,
12:48mas o Brasil teria,
12:49como a força principal
12:51abaixo do Rio Grande
12:51no continente americano,
12:53deveria ser um membro.
12:55Talvez um país africano,
12:57a África do Sul
12:58é sempre criticada
12:59nesse ponto,
13:00em função do apartagem,
13:02mas você teria a Nigéria,
13:03poderia participar.
13:05Então, a Indonésia,
13:06também é lembrado,
13:07então você poderia aumentar
13:08para 10, 11 países,
13:10acabar com o poder de veto
13:12e fazer aprovação
13:14por maioria simples.
13:16Mas isso talvez seja um sonho
13:18numa noite de verão,
13:19da minha parte.
13:20Pois é,
13:21deixa eu passar
13:22para o Paulo Filho,
13:24o coronel gentilmente
13:25atendendo a nossa produção,
13:27e eu queria que o senhor
13:29fizesse uma reflexão
13:31sobre o poderio militar,
13:32pélico militar do Irã.
13:34Ainda que vocês tenham projetado
13:36aqui uma transição
13:38com alguém,
13:39alguma figura forte
13:40da Guarda Revolucionária,
13:41é preciso projetar
13:43uma ampliação
13:44de um conflito.
13:46Houve ataque
13:47a vários países,
13:48também há uma dúvida
13:49sobre a resposta
13:50desses outros países,
13:51ou se passariam
13:52a responsabilidade
13:53para os Estados Unidos,
13:54mas eu me lembro
13:55que no início da tarde
13:56havia, sim,
13:58uma expectativa
13:59de uma ampliação
14:01desse conflito,
14:02imaginando que algo
14:03que poderia perdurar
14:04semanas e mais semanas.
14:07Caso essa alternativa
14:08se confirme,
14:09de que maneira
14:10o Irã
14:11deveria se posicionar?
14:15Há força suficiente
14:17para detonar
14:19mísseis balísticos
14:20em muitos alvos,
14:22Paulo?
14:24Tudo vai depender,
14:25Daniel,
14:26da capacidade do Irã
14:27de manter esse esforço,
14:29né?
14:29Após os ataques americanos
14:32no meio do ano passado,
14:33houve uma preocupação
14:36das Forças Armadas
14:37da Guarda Revolucionária
14:38iraniana
14:39em repor
14:40os seus estoques
14:41de mísseis,
14:41isso foi bem documentado,
14:44em diversas,
14:46houve informações
14:47nesse sentido
14:47de diversas fontes,
14:49mas não se sabe
14:50exatamente
14:51a quantidade
14:52de mísseis,
14:53a quantidade
14:53de drones,
14:55o tamanho
14:56do arsenal
14:57iraniano.
14:59Certamente,
15:00esses ataques
15:00que os Estados Unidos
15:02e Israel
15:02têm desenvolvido
15:04ao longo
15:04de todo o dia
15:05de hoje
15:05não cessaram,
15:07segundo algumas informações
15:08da imprensa internacional,
15:09já são mais de 900 ataques
15:11somente
15:12dos Estados Unidos,
15:14certamente
15:14têm esses ataques
15:15como alvos,
15:17os depósitos
15:18de munição,
15:19os paióis,
15:20os lançadores
15:20de mísseis,
15:21então tudo vai depender
15:23da eficiência
15:24desses ataques
15:25americanos e israelenses,
15:27da capacidade
15:28iraniana
15:29de sua defesa
15:30antiaérea
15:30de se proteger
15:31desses ataques,
15:32de esconder
15:34os seus ativos
15:36militares
15:37e realizar
15:38os contra-ataques.
15:39As forças armadas
15:41iranianas
15:41são forças armadas
15:42importantes,
15:43são pouquíssimos
15:44os países
15:45do mundo
15:46que são capazes
15:47de desencadear
15:48ataques
15:49a sete países
15:51simultaneamente,
15:52como o Irã
15:53fez hoje.
15:54Isso é um feito
15:55militar
15:55muito importante,
15:57poucos países
15:58do mundo,
15:58repito,
15:59têm essa capacidade,
16:00mas acontece
16:01que o Irã
16:02está se
16:04defrontando
16:04com a mais
16:05poderosa
16:06força armada
16:07da história
16:07que são os
16:08Estados Unidos,
16:10apoiados por
16:11uma força armada
16:12importantíssima,
16:13muito experiente
16:14em combate,
16:15com muita
16:16tecnologia,
16:17que é a força
16:18armada israelense.
16:19Então,
16:19é um combate
16:21muito desfavorável,
16:22muito difícil
16:23para os iranianos.
16:25Vamos ver,
16:26é impossível
16:27saber nesse momento,
16:28mas vamos ver
16:29se o Irã
16:30vai ser capaz
16:30de manter
16:31esse esforço
16:32de guerra
16:32por algum tempo.
16:33Como eu
16:34também digo,
16:36as defesas
16:37antiaéreas
16:38que os Estados Unidos
16:39distribuíram
16:40em diversos pontos
16:41dos países
16:43do Golfo,
16:43do Oriente Médio,
16:44para proverem
16:45a defesa antiaérea,
16:46ela também é limitada.
16:48Esses mísseis
16:48antiaéreos
16:49são finitos.
16:51Então,
16:52haverá
16:53essa batalha
16:54de gato e rato,
16:55para ver
16:56que meios
16:57militares
16:58vão se esgotar
17:00primeiro.
17:00Só que esses
17:01meios
17:02não são a única
17:03alternativa
17:04que o Irã
17:05dispõe
17:05dos seus
17:06próxies.
17:07Há,
17:07como eu disse,
17:08a possibilidade
17:09de ações
17:11terroristas,
17:12de ações
17:13assimétricas,
17:14ações de guerra
17:14híbrida,
17:15que atinjam
17:17objetivos
17:17americanos,
17:18não só
17:19no Oriente Médio,
17:20mas em qualquer
17:21parte do mundo.
17:22Então,
17:22eu tenho certeza
17:23que todas
17:24as instalações
17:25militares americanas
17:26ao redor do mundo
17:27nesse momento,
17:28e são muitíssimas,
17:29estão com o seu nível
17:31de segurança
17:31em alerta máximo,
17:33porque pode haver
17:34também
17:34esse outro
17:35tipo de ação
17:36militar
17:38sendo desencadeado
17:39por iranianos
17:40e por seus
17:41próxies.
17:41que pode haver
17:41de segurança
17:41Obrigado.
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