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A indústria brasileira continua enfrentando os impactos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, mesmo com a balança comercial registrando superávit em 2025. Os dados mostram que, apesar do saldo positivo, o resultado foi o pior dos últimos três anos, refletindo a queda nas exportações de setores estratégicos.

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Transcrição
00:00A gente volta a falar de economia porque apesar do superávit da balança comercial brasileira, a indústria ainda sente as consequências do tarifácio.
00:08Acompanhe aqui com o Marcelo Matos.
00:10A indústria brasileira de máquinas e equipamentos tem os Estados Unidos como principal cliente.
00:17E mesmo diante do tarifácio de Trump, o resultado de 25 é comemorado pelo setor.
00:24O presidente da BIMAC, José Veloso, ressalta o desempenho das exportações, expansão de 5%, 13,8 bilhões de dólares.
00:36Mas a alíquota de 50% reduziu em 9% o comércio com os Estados Unidos.
00:43Houve compensações importantes da Argentina, uma alta de 38% e Singapura, um crescimento de 74% devido a contratos da Petrobras.
00:58Veloso destaca o avanço chinês no país.
01:02Existe uma invasão de produtos manufaturados chineses no mundo inteiro e principalmente no Brasil.
01:07São vários setores manufatureiros brasileiros que estão sendo atacados por produtos chineses e os chineses têm substituído a nossa indústria aqui.
01:15No ano que terminou, a China cresceu 12% de exportações para o Brasil.
01:21No ano anterior já tinha crescido 29%.
01:24E agora a China representa um terço do que tudo que o Brasil importa de máquinas e equipamentos vem da China.
01:32No total, as importações cresceram 8,3%.
01:36Então se as nossas exportações cresceram 5% e as nossas importações cresceram 8,3%, a gente perdeu participação no mercado brasileiro.
01:46A indústria brasileira continua perdendo participação no mercado brasileiro.
01:50A nossa participação aqui, que ela já foi de 70% há oito anos atrás, nós tínhamos 70% do mercado nacional, hoje nós temos 54,5% do mercado nacional.
02:04Veloso considera que diante do barulho em torno do tarifaço, o ano passado foi positivo e a expectativa para 26% é de um crescimento de 8% a 10% impulsionado pelo aumento de investimentos, queda na taxa de juros no ano de eleições.
02:25O segmento de máquinas e equipamentos é considerado um balizador dos investimentos no país e ainda aguarda negociações com os Estados Unidos para redução do tarifaço de 50% das exportações brasileiras.
02:42Já o café, que inicialmente também recebeu taxação extra, fechou 2025 com a redução na taxação original, até em razão do imposto inflacionário no país de Trump.
02:57Explica o presidente da BIC, Associação Brasileira da Indústria de Café, Pavel Cardoso, que coloca o tarifaço não mais uma preocupação máxima do setor, mas sim agora as condições climáticas para a safra.
03:14Sabendo que nós tivemos aí um déficit entre a produção e o consumo global, trazendo um consumo adicional dos estoques globais e, portanto, esses estoques globais dos países produtores, dos países consumidores, estão historicamente baixos.
03:30Então, em que pese termos aí uma boa safra, todos os sinais apontam para uma boa safra em 2026, nós teremos aí que ter pelo menos duas safras para que toda essa volatilidade, toda essa recomposição dos estoques encontre um caminho de maior tranquilidade nessa tensão que tivemos em 2025.
03:52Não haveremos, esperamos nós que tenhamos quaisquer novas atitudes dessa ordem em relação à questão de tarifas, mas o tom é exatamente que dará o tamanho da safra de 2026.
04:05E sabendo que os estoques estão historicamente baixos a conferir, mas a nossa sensibilidade é que teremos ainda volatilidade no horizonte com exatamente narrativas de um lado ou de outro, comprador e vendedor, com o tamanho que essa safra de 2026 entregará.
04:20Diante do tarifácio dos Estados Unidos em 25, a balança comercial brasileira registrou um superávit de 68,3 bilhões de dólares, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
04:35Apesar de positivo, o saldo representa uma queda de 7,9% na comparação com 2024, 74,2 bilhões de dólares e é o menor superávit da balança comercial brasileira em três anos.
04:54Obrigado.
04:55Obrigado.
04:56Obrigado.
04:57Obrigado.
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