- há 5 meses
- #jovempan
- #visaocritica
No Visão Crítica, Hussein Kalout, ex-secretário de assuntos estratégicos da presidência, analisa o papel e o peso da participação dos EUA no conflito entre Rússia e Ucrânia, avaliando se a Europa consegue sustentar a Ucrânia sozinha ou se precisa do apoio americano.
Confira o programa na íntegra em: https://youtube.com/live/JDtW8cy1ylA
Siga o canal "Jovem Pan News" no WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S
Baixe o app Panflix: https://www.panflix.com.br/
Inscreva-se no nosso canal:
https://www.youtube.com/c/jovempannews
Entre no nosso site:
http://jovempan.com.br/
Facebook:
https://www.facebook.com/jovempannews
Siga no Twitter:
https://twitter.com/JovemPanNews
Instagram:
https://www.instagram.com/jovempannews/
TikTok:
https://www.tiktok.com/@jovempannews
Kwai:
https://www.kwai.com/@jovempannews
#JovemPan
#VisãoCrítica
Confira o programa na íntegra em: https://youtube.com/live/JDtW8cy1ylA
Siga o canal "Jovem Pan News" no WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S
Baixe o app Panflix: https://www.panflix.com.br/
Inscreva-se no nosso canal:
https://www.youtube.com/c/jovempannews
Entre no nosso site:
http://jovempan.com.br/
Facebook:
https://www.facebook.com/jovempannews
Siga no Twitter:
https://twitter.com/JovemPanNews
Instagram:
https://www.instagram.com/jovempannews/
TikTok:
https://www.tiktok.com/@jovempannews
Kwai:
https://www.kwai.com/@jovempannews
#JovemPan
#VisãoCrítica
Categoria
🗞
NotíciasTranscrição
00:00Temos de destacar também a ajuda econômica fabulosa que a União Europeia concedeu à Ucrânia,
00:06à Inglaterra, à Alemanha, à França, e lembrar que até agora os maiores prejudicados por essa guerra
00:13foi especialmente a economia alemã, pela disparada dos custos de energia.
00:18Então é curioso que nessa reunião, e você muito bem destacou,
00:22no Alasca, que era do Império Russo, vale lembrar, e foi vendido,
00:27acho que se arrependeram, para os Estados Unidos no século XIX,
00:32já imaginou hoje a Rússia fazendo parte do continente americano, o que seria, né?
00:38Como que a Europa foi duramente atingida, e ela deixa de ter um papel geopolítico mundial,
00:45apesar de ser tão atingida economicamente, que nessa reunião que o professor Russo está destacando,
00:53ela sequer foi opinada ou consultada, podia nem estar presente,
00:57mas ser, a princípio, consultada pelo presidente norte-americano,
01:01que passou por cima e ignorou, né?
01:04Isso revela que might make power, o direito faz...
01:09Perdão, o poder faz a lei, né?
01:12E esse é o princípio nas relações internacionais.
01:14O poder faz a lei.
01:15O fato é que o Zelensky, ele não tem como conter a Rússia sem o apoio americano.
01:25E só com o apoio europeu, não é suficiente para fazer par à Rússia.
01:33Portanto, é uma questão matemática, objetiva.
01:38Então, quem decide a longevidade da capacidade do Zelensky ou da Ucrânia no combate militar frente à Rússia
01:48são os americanos.
01:51Os europeus, na verdade, eles podem dar um amparo temporal,
01:57mas quem define, de fato, o fôlego são os americanos.
02:00Portanto, a negociação é com os americanos.
02:04Agora, e aí entra um pouco, talvez, do estilo da diplomacia presidencial do Trump, né?
02:12De que, olha, eu não vou sentar com você para ver o que eu vou tratar.
02:18Como essa guerra é russo-americana,
02:23então nós vamos definir as balizas da negociação e não vamos te comunicar.
02:28Daí você decide aqui se aceita ou não aceita, tá?
02:32E se você não aceitar, você vai perder mais ainda.
02:37Esse era um recado muito objetivo, né?
02:40E você vai ficar sozinho.
02:43Então, o Zelensky, na verdade, ele não tem opção.
02:47Claro, quando o Trump chama os europeus, o que ele coloca?
02:50Olha, a situação está definida.
02:53Vocês têm o direito de fazer suas demandas.
02:55Quais são as demandas?
02:57A demanda é muito simples.
02:58Quais são as garantias securitárias que o Putin dá para não tomar mais parte da Ucrânia
03:04ou para não invadir outro país europeu?
03:08Aí o Putin vai lá e vai dar as garantias.
03:11Eles, se quiserem acreditar, eles acreditam.
03:13Se não quiserem acreditar, não acreditam.
03:15O problema é deles.
03:16A questão toda está definida.
03:18Claro que ele vai dar as garantias.
03:20Os americanos vão, digamos, chancelar essas garantias.
03:25Está entendendo?
03:26E, objetivamente, nós estamos falando de realpolitik na veia.
03:30Ele vai chancelar essas garantias.
03:37Vai se ampliar o orçamento da OTAN para garantir, digamos, apoio aos países europeus.
03:43E é isso que vai acontecer.
03:46Em suma, na verdade, os ucranianos serão a maior vítima de toda essa guerra.
03:52Vão perder um terço do território.
03:55E, basicamente, a questão toda é como é que o Zelensky será visto daqui a alguns anos.
04:01Como herói ou como vilão?
04:04Eu sei que o professor Marcos está louco para falar, que eu conheço, mas eu queria colocar para a professora Priscila antes uma questão.
04:13Eu sei, mas buscando lembrar um filósofo húngaro, aqui o Lukács, buscando uma visão de totalidade.
04:21Eu queria sair um pouquinho dessa questão, que é fundamental.
04:24A Ucrânia, na verdade, colocada, se eu estiver enganado, me corrija, professor.
04:29Mas, essa nova política externa americana adotada a partir de janeiro desse ano.
04:35Há uma mudança em relação, a minha leitura, ao menos, da política externa americana adotada nesse século XXI.
04:42Exemplo.
04:43Aí eu vou pegar um gancho com a professora Priscila.
04:46A professora Priscila fez referência ao Brasil, que devia buscar outros tipos de parcerias.
04:51Em certo momento, ela disse.
04:52Então, vamos olhar a América Latina.
04:55Os Estados Unidos ignorou a América Latina desde a queda do Muro de Berlim.
04:58Desde o 9 de novembro de 1989, a América Latina era nada para os Estados Unidos.
05:05Quase nada.
05:06Pouco importante.
05:06O que interessava era a Europa Oriental.
05:08Como ia ficar?
05:10Essa que era a grande questão, na minha leitura.
05:12Aí, nesse atual governo, essa administração, Trump, deixou bem claro que o Big Stick voltou.
05:18Ou seja, o grande porrê, a repressão em relação à América Latina, sem tirar nem pôr.
05:24O senador fez isso em relação ao Panamá, em relação ao canal do Panamá, especificamente.
05:29Isso ficou muito claro.
05:31Ameaçou a Colômbia.
05:33Lembrando um pouco...
05:36Só faltou ter uma emenda a Platte.
05:38Para você que nos acompanha, é bom lembrar o que é a emenda a Platte.
05:41É uma das coisas mais terríveis do imperialismo norte-americano.
05:45No Congresso norte-americano, um senador, Platte, eles aprovam uma emenda à Constituição de Cuba,
05:53garantindo oito questões na Constituição cubana que permitiriam a invasão de Cuba pelos Estados Unidos.
06:00Ou seja, a intervenção norte-americana em Cuba era legitimada pela Constituição cubana
06:05por uma emenda votada no Congresso norte-americano.
06:09Por quê?
06:10Houve a guerra hispano-americana, a Espanha perdeu, os Estados Unidos ocupou Porto Rico,
06:15que é uma colônia até hoje e ninguém fala nada,
06:18ocupou Cuba, Filipinas e Ilhas de Guã.
06:21Essas Filipinas e Ilhas de Guã não têm diretamente a ver conosco.
06:25Agora, Porto Rico é uma colônia e ninguém fala nada,
06:27é um Estado associado independente, sui gêneres.
06:30E Cuba tem uma parte do seu território, é uma ditadura, ninguém nega.
06:34Agora, tem uma parte ocupada pelos Estados Unidos, que é contânimo.
06:37E depois de ter ameaçado Panamá, Colômbia em relação a...
06:42E agora a Venezuela, que é uma ditadura.
06:44Alguém discorda?
06:46Só alguns aqui no Brasil até dizem que não é uma ditadura.
06:50Mandando uma frota significativa.
06:53E aquele avião...
06:54Eu estava conversando com um observador militar pouco antes de vir para cá.
06:57Um avião chamado Poseidon.
06:59Só tem um na Força Aérea Americana.
07:01Ele estava lá bombardeando o Irã.
07:02Ele veio agora visitar a Venezuela, ameaçando a Venezuela.
07:06Só que aí tem um problema, professor, e aí eu queria passar à senhora.
07:11A Venezuela faz fronteira com o Brasil.
07:14O Panamá não faz fronteira com o Brasil.
07:17A Colômbia faz, como sabemos.
07:19Mas a Venezuela tem uma questão muito mais...
07:21É sensível.
07:22É um território enorme, complexo.
07:25Ninguém imaginaria em sã consciência que teria uma intervenção direta,
07:28acho eu, norte-americana na Venezuela,
07:31pela configuração do território, extensão.
07:33Isso que poderia significar.
07:35Eu digo, então, a senhora, como é que fica essa questão do Brasil?
07:39Nós temos relações de garantia pela nossa Constituição da defesa da autonomia,
07:45da autodeterminação dos povos.
07:47Como é que fica essa relação dos Estados Unidos no governo Trump com a América Latina?
07:51Bom, a pergunta em relação ao governo Trump sempre vem cheia de camadas,
07:58especialmente quando se dá esse relacionamento com a Venezuela.
08:01Então, o que a gente precisa entender, de fato,
08:04é que existe uma dicotomia aí.
08:06Basicamente, como você mesmo destacou,
08:08é quase que uma política de big stick,
08:10mas sem falar manso, né?
08:12Porque a gente sabe que o Trump não poupa palavras justamente para fazer críticas
08:17e, principalmente, ameaçar os seus rivais momentâneos,
08:21que a gente sabe que cada semana muda, efetivamente, essa rivalidade.
08:25É tão absurda a política externa do Trump
08:28que, para a gente ter uma ideia,
08:30ele mostra uma foto dele com o Putin,
08:33efetivamente, para o presidente da FIFA,
08:35em uma reunião com o presidente da FIFA,
08:37mas, em contrapartida, hoje,
08:39ele retroalimenta 50% de tarifas para a Índia
08:42porque a Índia continua comprando gás russo.
08:44Então, existe uma dicotomia, sim, extrema.
08:47Passando para a questão da Venezuela,
08:49existe também uma dicotomia.
08:51O Trump está fazendo uma campanha internacional
08:53muito acirrada para ganhar o Nobel da Paz,
08:56mas, em contrapartida, está posicionando uma frota naval
08:59quase chegando no mar territorial, efetivamente, venezuelano.
09:04Eu não acredito, eu não acredito piamente
09:07que o Trump vai invadir o território venezuelano,
09:10porque isso desestabilizaria, principalmente,
09:13primeiro, a região da América Latina,
09:15segundo, ele compraria uma instabilidade maior ainda
09:19com China e Rússia,
09:20e terceiro, todas as pretensões dele,
09:23que são pretensões egoísticas,
09:25na perspectiva de ego mesmo,
09:27de alcançar esse Nobel,
09:29estariam, por assim dizer,
09:31execradas em uma perspectiva de um futuro próximo
09:33e de um futuro imediato.
09:36Então, eu não acredito que, de fato,
09:37vá trazer essa perspectiva.
09:39Só que, em contrapartida,
09:40a gente precisa fazer uma leitura macro dessa ação.
09:44Essa leitura macro,
09:45a gente precisa entender que não repousa na ideia
09:48de uma perspectiva de consolidação de direitos humanos
09:51para o povo venezuelano.
09:52A gente sabe que o Maduro,
09:54ele pratica crime de extermínio,
09:56porque ele deliberadamente deixa a população da Venezuela
09:59de tempos em tempos,
10:00sem medicação,
10:02sem alimento,
10:03sem até mesmo,
10:04em algumas regiões,
10:05água potável,
10:06mas o Trump não está interessado com essas questões.
10:09A questão do Trump,
10:10segundo as suas próprias palavras,
10:13designada semana passada,
10:15é em relação ao petróleo venezuelano.
10:18E essa questão,
10:19a gente tem que tomar muito cuidado,
10:21porque, de fato,
10:22hoje é o petróleo venezuelano,
10:24amanhã é a nossa biodiversidade,
10:26amanhã são as nossas bacias hidrográficas.
10:29Então, para além de uma leitura que, de fato,
10:31a Venezuela convive com uma ditadura,
10:33a gente precisa ler que o Trump não está interessado,
10:36efetivamente,
10:37com a consolidação de direitos humanos
10:39e com o afastamento do regime
10:40em prol de uma democracia,
10:42por assim dizer,
10:43dentro desse contexto venezuelano.
10:45E, por lógico,
10:46vai impactar também
10:48a nossa preocupação
10:49com uma possível ameaça do Big Stick
10:52para o Brasil, de fato,
10:53não apenas com o tarifácio,
10:55e o segundo ponto também
10:56versa sobre a questão
10:58da crise migratória
10:59entre Venezuela e Brasil.
11:01A gente sabe que migrar
11:03é um direito humano,
11:04mas, de fato,
11:05como a gente já destacou aqui
11:07também nesse programa,
11:08a gente precisa ter
11:09uma noção
11:10dos impactos
11:11dessa migração
11:12e políticas públicas,
11:14primeiro,
11:14de acolhimento,
11:15de sistema de saúde,
11:16sistema educacional
11:17e também de consolidação
11:19de direitos humanos.
11:20Então, é lógico
11:21que, para o Brasil,
11:22algumas camadas
11:23vão impactar
11:23essa ação do Trump,
11:24principalmente em relação
11:25à crise migratória
11:26e o que eu vejo também
11:28uma ameaça
11:29e um futuro imediato
11:30para o Brasil,
11:31porque a gente precisa pensar
11:32que nós estamos
11:33em uma relação
11:34e em uma região
11:35que possui,
11:36primeiro,
11:37terras raras,
11:38junto com China,
11:39junto, efetivamente,
11:40com a Austrália.
11:41As nossas terras raras
11:42são expressivamente
11:44ocupadas dentro
11:45do território nacional.
11:47Segundo,
11:47nós temos
11:48uma grande biodiversidade
11:49em que, inclusive,
11:51países até 2010,
11:53antes de um protocolo
11:54chamado
11:54Protocolo Access Benefit Sharing,
11:57países da União Europeia,
11:58países, por exemplo,
12:00como o Japão
12:00e como, inclusive,
12:02Estados Unidos
12:02já estavam explorando
12:04a nossa biodiversidade
12:05sem passar os royalties
12:06para nós,
12:07e um terceiro ponto
12:08que também existe
12:09o acesso à água potável
12:11no Brasil.
12:11Então,
12:12essa perspectiva
12:13da gente achar
12:13que o Trump
12:14está incomodado
12:16com o governo do Maduro
12:17por ser uma ditadura,
12:18por violar direitos humanos,
12:19é uma perspectiva
12:21totalmente errada
12:22no direito internacional
12:23e nas relações internacionais
12:25e a gente tem que, sim,
12:26se preocupar
12:27qual é o real interesse
12:28do Trump
12:29ante o território venezuelano
12:31em um primeiro momento,
12:32porque em um segundo momento
12:33vai impactar o Brasil
12:34e, segundo,
12:35também a gente tem
12:36que se preocupar
12:37ante a nossa soberania interna
12:39com construção
12:39de políticas públicas
12:41em relação
12:42a essa crise migratória,
12:43porque, se, de fato,
12:45essa situação
12:46na Venezuela escalar,
12:48a gente vai ter
12:49uma preocupação
12:50em relação
12:51aos migrantes venezuelanos
12:52que vêm para o Brasil,
12:53relembrando que migrar
12:54é um direito humano,
12:56mas a gente precisa fazer
12:57políticas públicas
12:58de acolhimento
12:58e, principalmente,
12:59para não sobrecarregar
13:00os nossos sistemas
13:02que compõem,
13:03por assim dizer,
13:04esse acesso universal
13:05desde 2017
13:06também para os migrantes.
13:08Eu, só para avisar
13:10quem nos acompanha,
13:11fiz questão de colocar
13:12esses pontos
13:13à professora Priscila
13:15por causa
13:15da sua primeira intervenção
13:17e porque esse programa
13:18o Visão CRI
13:19tem esse objetivo
13:20de buscar,
13:21eu todo dia falo
13:22a mesma coisa,
13:23qualificar a reflexão,
13:25sair do senso comum,
13:26da filosofia das massas,
13:28como chamavam
13:28o tal de Antônio Gramsci,
13:30que não é lido no Brasil,
13:31tem gente que fala assim,
13:32eu, quando Gramsci,
13:33nunca leu,
13:33uma vez eu perguntei,
13:34mas quem é esse Antônio Gramsci?
13:35Só de sacanagem, sabe?
13:36Eu falo para vocês,
13:38ele nem sabia
13:38do que estava falando,
13:39igual o Paulo Freire.
13:40Só quando o Paulo Freire...
13:41Você leu o que do Paulo Freire?
13:43Não leu nada.
13:43Então, aqui é o oposto
13:45do que você vê por aqui.
13:47Aqui é discussão séria,
13:48acadêmica,
13:49por isso nós fazemos
13:50questões,
13:50questão é basilar
13:52de sempre trazer acadêmicos,
13:54gente que opera política,
13:55que discute,
13:56fazendo reflexões
13:57e discutindo sempre
13:58a questão histórica.
13:59O professor Marcos
14:00estava com uma vontade danada
14:01de falar logo após
14:03o professor Roussein
14:04colocar algumas questões,
14:05eu só queria lembrar
14:06antes a quem nos acompanha,
14:08que quando nós falamos
14:09de Ucrânia,
14:10lembre-se uma vez
14:10que nós discutimos isso aqui,
14:12a Rússia dasceu na Ucrânia.
14:14Lembrar a Rus,
14:16a língua russa,
14:17a cultura russa,
14:18depois vai vir
14:18o principado de Moscou,
14:20etc, etc.
14:21Não vou contar
14:21toda a história aqui.
14:22E lembrar
14:23que nós temos
14:24grandes escritores
14:25da literatura russa,
14:26que recentemente no Brasil
14:27as pessoas chamavam
14:28de literatura ucraniana,
14:30o Gogol,
14:31ah, não dá,
14:32almas mortas,
14:33ele nunca se considerou
14:34ucraniano,
14:35mas russo,
14:36ou Trotsky,
14:37Trotsky virou ucraniano,
14:39porque Trotsky
14:39nunca se considerou
14:41ucraniano,
14:41mas russo,
14:42Bábel,
14:43Isaac Bábel,
14:43da Cavaleira Vermelha,
14:45etc,
14:45poderia citar outros livros,
14:46também nasceu
14:47no território ucrânico,
14:48mas sempre se considerou
14:49russo.
14:50Então é necessário
14:51a gente ver,
14:52ver como que é
14:53esse debate ideológico,
14:54recente,
14:55até chegou no campo
14:56da história da literatura.
Comentários