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  • há 8 meses
Durante acareação realizada nesta terça-feira (24), o tenente-coronel Mauro Cid afirmou ter mudado seu depoimento sobre uma reunião com o general Walter Braga Netto após tomar conhecimento da operação conduzida pela Polícia Federal (PF), que revelou o plano chamado "Punhal Verde e Amarelo", relacionado a uma tentativa de golpe de Estado em 2022.

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Transcrição
00:00Durante a cariação realizada nesta terça-feira, o tenente-coronel Mauro Cid, assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro,
00:09afirmou ter mudado seu depoimento sobre uma reunião com o general Walter Braga Neto após tomar conhecimento da operação conduzida pela Polícia Federal,
00:17que revelou o plano chamado Punhal Verde Amarelo, relacionado a uma tentativa de golpe de Estado em 2022.
00:23Segundo o registro disponibilizado pelo Supremo Tribunal Federal, o ministro relator mencionou, abre aspas,
00:30questionado pelo defensor de Braga Neto sobre a razão para ter alterado sua declaração inicial a respeito do encontro ocorrido em 12 de novembro,
00:38o colaborador declarou que, em um primeiro momento, interpretou a reunião como mais uma demonstração de descontentamento com o resultado eleitoral, sem grandes implicações.
00:48No entanto, ao saber da operação Punhal Verde Amarelo, passou a considerar que o encontro poderia ter tido um caráter mais grave.
00:56Por isso, foi chamado a depor novamente e corrigiu a sua declaração anterior.
01:02A acariação entre Mauro Cid e Walter Braga Neto durou cerca de uma hora e meia e foi conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal no STF.
01:12A iniciativa partiu da defesa de Braga Neto, que acusa Cid de ter mentido em suas declarações.
01:18Mauro Cid é ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro e é o delator do caso.
01:23A acariação, prevista na legislação penal para confrontar versões contraditórias, ocorreu em sigilo.
01:30Apenas o ministro Alexandre de Moraes e os dois réus com seus advogados e o procurador-geral da República, Paulo Goner, participaram da sessão.
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